Corno virei a empregada

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Esse conto começa retratando o desejo de todo Corno, ver sua amada sendo possuída por outro garanhao na sua frente e comigo não era diferente.

Meu nome é Guilherme(*) 29 anos, estava em início de romance com Fátima(*) da mesma idade e dava algumas dicas para ela, na vaga esperança dela se soltar, o que obviamente não aconteceu.

Durante o dia eu era o namorado padrão, macho, mas a noite tava lendo contos de humilhação e me imaginando nas mais diversas situações depravantes. Com o tempo Os contos evoluíram para vídeos, salas de bate papo até eu começar expor minha princesa em grupo para comedores.

A sensação de ler machos falando da sua mulher como se fosse um objeto era indescritível mas eu queria viver aquilo e não sabia como, mal sabia eu que o destino providenciaria isso.

Numa dessas noites de putaria, minha amada acordou e me viu me masturbando e sorrateiramente acompanhou todo o trâmite, até o final. Quando acabou ela me deu aquela prensa e tivemos uma seria conversa que chegou a onde eu queria de início, meu chifre viria.

Ela começou a elaborar meu chifre com seu personal da academia mas avisou que seria de seu jeito e caso eu nao aceitasse algo nosso relacionamento chegaria ao fim e ela colocaria na internet que eu era corno assim como eu coloquei ela pelada. De início adorei e não teria porque negar.

Corno e empregada da namorada

Passado um pouco mais de uma semana, ela pede para ao voltar do trabalho eu levar mais cerveja e camisinha pois hoje seria o dia. Mal abro a porta e me deparo com um homem andando pelado pela casa que mal fala comigo, só manda fechar a porta. Minha mulher olha pra mim com a maior cara lavada e pede para ir lavar as coisas na cozinha e preparar comida para os dois pois ja estavam cansados. Ainda tentei bancar o corninho gente boa e sugeri comprar um lanche e ai percebi que a situação seria bem pior que imaginado. “Corno, não vamos gastar dinheiro se temos uma empregada para isso”, respondeu Bruno(*), o amante.

Enquanto eu preparava um aperitivo, Bruno já dava um trato em Fátima. Pensei em parar para assistir e quem sabe tocar uma, mas a ordem foi bem clara, só poderia me masturbar mais tarde.

Lanche preparado, casal alimentado, eu recebo a ordem de seguir minha amada até o quarto, quando ela me da uma de suas fantasia, de empregada, uma calcinha fio dental com uma saia minúscula preta, com um top da mesma cor e aquela coroa na cabeça. Me leva no banheiro e passa um batom vermelho e manda eu ir para sala.

Chego na sala Bruno não para de rir e Fátima diz. “Eu li você me descrevendo como uma puta na internet. Falando dos meios seios fartos, bundona, da minha bucetinha, agora é minha vez. Olha Bruno minha empregada, magrinha, bunda magrinha, grelinho minúsculo, sem peito mas tem um boca dos céus ”
É seguiu com as ordens. “Você não gostava de falar dos machos na internet? Agora olha para uma na sua frente e elogia ele”

Bruno era um homem de 1,90 forte, bem definido, com um dote de pelo menos 19cm grosso. Bem diferente de mim, um homem dentro da média, 16cm gordinho.

Meu pintinho explodia dentro da calcinha, quando ela começou com as ordens, primeiro de colocar a camisinha nele e na sequência me manter ajoelhado e agradecer a ele por fazer minha mulher feliz.

Durante horas eu vi minha mulher ser possuída, seus seios saíram marcados, sua bunda branca tinha enormes marcas vermelhas aquela casa exalava a sexo e eu sequer havia batido uma punheta, a todo momento eles me lembravam que eu era uma empregada, sim no feminino, com tapa na bunda, beliscões, ofensas e sempre trocando as camisinhas que Bruno usava.

Quando já era por volta das 4 da manhã Fátima me pergunta se eu queria gozar, o que prontamente afirmei então veio a condição que mudaria minha vida. “Bem, você vai mandar uma foto minha com Bruno no grupo dos personais da academia, aí eu deixo”. Eu e Fátima éramos bem conhecidos em nossa região, fazer isso seria assinar o atestado de corno pra todo mundo. Até tentei negar, mas Bruno, a pedido da minha amada tinha algumas imagens minha naquela situação deplorável e não tive o que fazer.

Tirei todas as fotos e quando pedi para gozar Fátima consentiu, desde que de joelhos aos pés de Bruno enquanto ele dava sua última Esporte de, dessa vez na minha cara. E assim aconteceu. Ele jorrou na minha cara enquanto eu gozei no chão tendo que lamber na sequência meu próprio gozo.

Em menos de 7 dias até meus amigos já pediam fotos de Fátima, eu havia perdido minha total dignidade.

(*) Nome fictício para preservar a identidade dos envolvidos.


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